Nunca achei que seria fácil falar sem pudores, mas sou obrigada a assumir que é deveras duro tentar não escolher as palavras que uso durante as respostas a cada pergunta incisiva do Igor. Sim, porque não devo pensar no que vou falar, devo apenas falar com uma sinceridade que não costumo ter nem comigo mesma.
Entretanto a etapa investigativa - ou como o Igor mesmo diz, a etapa de revirar as gavetas - tem sido produtiva por conta do formato adotado por ele: perguntas e respostas com um tema meio que determinado para cada encontro. Isso tem ajudado bastante para eu não ter a impressão de que preciso me derramar sobre o carpete por conta e risco, além de remexer em histórias que sequer lembrava.
E, na minha ansiedade habitual, penso que das três sessões que já tive está se desenhando um quadro de depressão.
Tá, pode ser que não, mas eu adoooooro justificar minhas próprias atitudes.
Porém uma coisa é certíssima: me sentirei muito melhor se for diagnosticada com alguma doença do que se não for. Afinal pelo menos assim saberei que tudo o que tenho passado não é em vão, e principalmente, que eu tenho solução!
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